sinceramente não sei.. tenho a religião mt presente que me diz que não o faria... acho que conseguiria permitir agr fazer eu mesma acho q não (ainda q quem lava as mãos é tão responsavel cm quem o faz)...
é uma questao mt complicada de responder...e td o k disser agr podera n corresponder á realidade numa situaçao real, mas axo k qto ao aborto n m estou a ver a praticar um, já qto á eutanásia...custaria-m mais obrigar uma pessoa a viver enclausurada no seu proprio corpo, sem s poder mexer, nem fazer kkr outro acto consciente...s um dia isso m acontecer um dia (diabo seja cego surdo e mudo!!!) e entender que sofro mais estando vivo, ficaria certamente mtmt chateado com kem m obrigava a viver nakela prisao!!! n vejam sempre pelo vosso lado, mas tb pelo lado da pessoa k mais sofre... qto ao aborto há sp maneira d evitar, e qdo la chegar tb havera sp kem o faça k n eu...
no caso da eutanásia eu conseguia se fosse legal... acho que quase ninguem quer ir preso. até tenho um pacto com a sonia k ela desligava a maquina a mim e eu a ela se chegassemos a uma situação dessas. o aborto já acho que nao conseguia, não que seja contra, mas não gostava de assistir...
apesar de as kestoes estarem no mm post,o k está em causa n é bem o mm: -aborto:a pessoa k morre n tem voto na matéria,portanto provavelmente n o faria -eutanásia:a pessoa k sofre ker fazê-lo,mas é necessário assegurar k o seu estado psicologico lhe permite tomar decisões deste tipo.Assim sendo,julgo k o faria,afinal todos somos donos do nosso corpo,e os médicos devem estar ao dispor dos seus doentes,independentemente de concordar ou n com as suas escolhas
Aborto sou completamente, inteiramente contra. Só não o sou pelos termos que ANTES estavam previstos na lei: perigo de morte para a mãe e para o feto, grandes deficiências e violações. Por isso, aborto, só nos casos que referi. Todos os outros motivos considero-os puro capricho: se não o queriam, não o faziam. E nisto, sou mesmo radical.
Já a eutanásia, é bem diferente: se a pessoa não tivesse esperança nem liberdade nenhuma na vida, tão debilitada e limitada que nem se suicidar conseguia... acho que sim, que a ajudava (de preferência de forma a não ser descoberta nem presa, Vitor =P).
ui... cá venho eu outra vez discordar de toda a gente...
no momento digo que faço e quando chegar a altura esforçar-me-ei para fazer os dois.
acerca da eutanásia é simples, o dever de um médico não é salvar vidas mas sim ajudar pessoas e nesse sentido é preciso integrar as situações e perceber até que ponto estamos a ajudar um doente ou a fazê-lo sofrer desnecessariamente.
quanto ao aborto, custa-me que chamem pessoa aquele feto. ainda não o é, com o sistema nervoso que tem desenvolvido, passa de pouco mais de um animal dos mais baixos na escala de desenvolvimento. ao fazer um aborto não considero por isso estar a matar uma pessoa.
depois o termo matar também é uma coisa que que faz aflição. não estou a matar ninguém estou a eliminar o parasita do corpo de uma pessoa que tem direito supremo sobre o seu corpo a meu entender (e volto a dizer que na altura em que é permitido o aborto o parasita para mim não passa de isso não é uma pessoa, um ser ainda. poderá vir a ser mas pode-se vir a ser muita coisa que muitas vezes não se é).
depois não acho positivo que se castiguem filhos pela irresponsabilidade das mães.
mais digo que neste sentido me custa compreender que se pesem vidas. se admitem que o feto por nascer é uma pessoa então até que ponto é legitimo matar uma pessoa só porque a mãe foi violada?
e acho que vou ficar por aqui ;)
de qualquer forma se precisarem já sabem eu vou lá e desligo a máquina e mesmo que seja proíbido cá arranjo um avião é vamos à holanda ;)
"Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva." Hipócrates
o problema é que é um potencial ser e ninguém o faz de ânimo leve, deixa uma marca dolorosa demais para se fazer de ânimo leve e por isso não farei nenhum de ânimo leve, sem uma boa conversa com a paciente, sem um apresentar de opções sem um apresentar de acompanhamento mas para além disso não me cabe fazer mais qualquer juízo de valor cabe-me ajudar aquela mulher.
sendo que não defendo o aborto isolado de políticas de educação diga-se.
aliás eu não defendo o aborto! acho que ninguém o deveria/teria de fazer. mas valorizo demasiado a vida humana e o acto de ter um filho para fazer condenações de qualquer tipo.
quanto ao juramento de hipócrates acho que já estava na hora de actualizarem o documento...
"Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém." »» fazer o bem não é necessariamente obrigar a viver.
"A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal" »» não é de ânimo leve que praticarei a eutanásia.
"nem um conselho que induza a perda." não aconselharei ninguém a cometer eutanásia.
"Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva." »» nesta parte não subscrevo simplesmente, tampouco já deverá fazer parte do meu juramento dadas as alterações da lei.
Era capaz sim senhora. Uma pessoa muito querida que estivesse de consciência completamente tranquila e me pedisse isso. Se tivesse a sofrer, e com isto falo a nível do corpo (como por exemplo, sofrer de uma doença degenerativa e não quisesse causar dor aos demais mais tarde). Sim a isso :) Mas claro que uma pessoa fala sem passar por elas. Mas é o que me imagino fazer se algum dia suceder.
é óbvio que as regras ja estao ultrapassadas, nao deixando de ter sempre a sua razao...mas certamente que no tempo desse senhor nao haviam pessoas deitadas numa cama de hospital sem poderem executar qualquer vontade, e estando apenas vivos devido ás maquinas, prolongando portanto o seu sofrimento, e nesse aspecto como quem manda em mim e no meu corpo sou eu, nao queria que ninguem me obrigasse a viver naquele estado de "vegetal"! preferia morrer! ninguem tem o direito de m manter vivo se essa nao é a minha vontade! liberdade ja!!!lolool (óbvio que nao estou a falar dos casos de insanidade mental, ou loucuras do momento, porque isso passa...ou é passivel k passe!)
é um potencial ser ainda não é uma pessoa por isso não estou a matar nenhuma pessoa é esse o facto em que penso e em que me farei pensar quando o fizer. mas isso não significa que o faça de ânimo leve, exactamente porque a questão envolve mais do que o simples físico é preciso atender também à esfera psico-social.
depois vou lá e desligo a máquina de qualquer amigo meu que tenha demonstrado interesse sim, continuo a dizer que o faço mas não é sem pesar... não disse que não me ía custar? não disse que não me ía debater com problemas pessoais mas acho que não é altura para deixar vencer o meu egoísmo. os amigos são para as ocasiões e essa é uma delas.
é uma forma bipolar de analisar a questão sim, uma delas atenta apenas à esfera factual e é nessa que me farei pensar para conseguir fazer qualquer um dos actos que no sentido de aliviar o sofrimento a favor do bem do meu/minha paciente devo fazer; por outro lado temos a esfera psico-social que na qual temos de integrar o paciente e a nós mesmos e que implica que não faça nenhum dos casos de ânimo leve.
se formos analisar tudo o q e "possivel ser" e q voces consideram pessoas so pq está num utero, entao tb sao contra a inseminaçao artificial uma vez q se "gastam" mts ovos=» possiveis seres ou pessoas cm dizem. Ve-se q n foram as aulas de ISC, o prof bem alertou para termos cuidado e n começarmos a julgar os doentes e a condená-los. não somos Deus, e somos todos cheios de pecados para sequer segurar na pedra, qt mais atira-la. sem falar q e mt perigoso e podemos tornarmo-nos elitistas (como antunes q so opera quem quer e quem ele acha q "merece"). eu tb acho q o nosso dever não é salvar vidas mas para minimizar a dor, este é o nosso maior ponto; se ao faze-lo salvarmos mt melhor. qt a hipocrates está na hora de actualizar o juramento..
No domínio da ética, da cultura, do "eu" de cada um. É nesses três domínios que a resposta se apoia, e, se em cada um deles há problemas sem resposta, e se a resposta tem de conjugar os três, logo se percebe que este é um assunto bastante difícil.
Ética: onde é que começa e acaba a vida?
Cultura: o que é que a sociedade em que estamos inseridos nos impôs? o que é que permite? o que é que condena? o que é que proíbe? (aqui incluem-se todos os factores do meio que influenciaram, influenciam e irão influenciar a nossa personalidade.. tendo em conta a cultura, a religião, a educação familiar e escolar, etc...)
Eu: o que é que eu retenho de todos os valores, de todas as análises, de todas as perspectivas? o que é que integrei em mim de tudo o que me construiu como pessoa e ser individual? o que é que a minha consciência me diz ser errado ou correcto?
Em última análise, a resposta passa por resolver esta questão: quais são as minhas escolhas e convicções a respeito do assunto?
Ainda estou a tentar encontrar respostas a estas questões todas, por isso não tenho uma formulação concreta para nenhum dos dois pontos aqui abordados. E por isso sugeri o tema aqui ao Patovsky. Vejo que também vocês têm ainda muitas arestas para limar... Acho que ainda temos todos muito que nos interrogar acerca disto...
a je já pensou bem no caso não tenho dúvidas racionais a única coisa a saber é na altura e feito o primeiro (de qualquer dos casos) consigo viver comigo para fazer com o segundo, espero que sim :D
Ovos utilizados na inseminação artificial são apenas e só uma célula...
Embriões com as 10 semanas concluídas (que é até quando, por lei, se pode fazer o aborto) medem 26-30mm e pesam cerca de 2 gramas. Já se começam a movimentar dentro do útero, embora a mãe não perceba.
Todas as estruturas externas e internas essenciais estão presentes: - os olhos estão bem desenvolvidos - as orelhas já estão implantadas em posição baixa na cabeça - a língua termina sua formação - o fígado causa uma proeminência ventral no abdomén - o sistema vascular periférico está formado - em embriões femininos, o clitóris começa a formar-se. O pénis desenvolver-se-á a partir dos mesmos tecidos, apesar de ainda ser difícil de reconhecer os genitais externos - a maioria das articulações já se formou - cotovelos, ancas, joelhos, ombros, tornozelos, bem como as pequenas articulações dos pés, mãos e dedos - os membros superior e inferior estão bem desenvolvidos - os dedos das mãos tornam-se mais longos e os dos pés separam-se e tornam-se distintos - uma fina membrana de células achatadas, a precursora da pele, substitui a ectoderme do embrião. Resumindo, OS PRINCIPAIS SISTEMAS ESTÃO INTEGRADOS E FORMADOS!! (link com imagem do SER HUMANO: com 8 semanas apenas - http://2.bp.blogspot.com/_zaUriuGy1tE/Rc6QUkFjUOI/AAAAAAAAAEo/1J-UtLUFPnI/s400/n10weeks.jpg com 10 semanas - http://www.cadc.pt/res/Aborto/10_08semanas.jpg )
Como são capazes de chamar a este ser PARASITA????????
PS: Porquê desculpar o acto de violação? Porque é o único em que a mãe não teve controlo sobre a criação desta criança. Todas as outras situações foram por puro desleixo, descuido dos futuros pais. E quem erra, tem mais é que acartar com as consequências!!
entao mas defendes a vida ou nao??? q culpa tem o ser so por ser fruto da violaçao (segundo o teu ponto de vista?)... n estas a ser mt congruente!! e ja disse quem somos nos para apontar o dedo..."puro desleixo", penso n ser bem assim... mas pronto.
pois... sou capaz de chamar parasita a esse ser porque parasita é:Parasitas são organismos que vivem em associação com outros aos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro, um processo conhecido por parasitismo.
e também porque tudo quanto é professor o diz.
depois... realmente é como a Ana diz, parece-me que a tua principal objecção ao aborto não é então o estarmos a terminar com uma vida mas sim o facto de não concordares com as acções da mãe a que seria tua paciente e não é dever do médico fazer juízos de valor dos seus pacientes, pelo contrário, é nosso dever não o fazer.
além do que volto a dizer usar um filho como castigo não me parece a coisa ideal.
1º - Não é questão de defender a vida! (Se eu fosse defender a vida, não seria a favor da eutanásia...) É questão de esse Ser não ter culpa de ter sido criado sob um descuido! É questão de estarmos a matar um Ser Vivo HUMANO por erros de alguém!! E não concordo de todo com isso! Se erramos, temos mais é que enfrentar, assumir e viver com os nossos erros, não é apagá-los, eliminá-los...! Muito menos quando esse "erro" é um Ser...
2º - Sim, desleixo. Ou digam-me uma forma de engravidar, sem o querer, que não seja por desleixo... (exceptuando a violação)
3º - No parasitismo, como escreveste e bem, há prejuízo do organismo hospedeiro... E quando a hospedeira está a ser prejudicada (gravidezes que tenham grandes riscos para a mãe), aí concordo, como já disse, com o aborto. Mas em casos normais, a mãe não está a ser prejudicada. E se me vêm falar de "liberdade da mulher", então ela que use essa liberdade ao usar contraceptivos para não engravidar... Não é para matar. (E até hoje só ouvi o Bernardes a chamar parasita ao embrião, mas esse também gozava com tudo, por isso nele não me fio...)
4º - Eu, muito acima de ser médica (ou vir a ser!) sou PESSOA, e com valores que preservo! E os meus valores não me permitem castigar um ser pelos erros dos outros. Para haver "castigo", que seja a quem cometeu o erro.
foi erro do violador violar a mulher! a criança gerada não tem culpa das circunstâncias da sua geração já é um ser vivo que ali está.
és pessoa acima de tudo, mas no teu ambiente profissional tens de manter uma atitude profissional, vais ter muitos doentes que não seguem a terapêutica por exemplo... o que fazer a seguir? a culpa é deles vivam com o erro não me venham chatear mais? são juízos que não podemos fazer.
depois a mãe sai sempre prejudicada sim, é um estado fisiológico bastante exigente para a mãe, e a prof de fisiologia também o disse e a minha prof de biologia também o disse é algo que os obstetras no geral dizem.
mas estamos a discutir o sexo dos anjos, compreendo que o não façam~, mas sem julgamentos...
foi erro do violador violar a mulher! a criança gerada não tem culpa das circunstâncias da sua geração já é um ser vivo que ali está.
és pessoa acima de tudo, mas no teu ambiente profissional tens de manter uma atitude profissional, vais ter muitos doentes que não seguem a terapêutica por exemplo... o que fazer a seguir? a culpa é deles vivam com o erro não me venham chatear mais? são juízos que não podemos fazer.
depois a mãe sai sempre prejudicada sim, é um estado fisiológico bastante exigente para a mãe, e a prof de fisiologia também o disse e a minha prof de biologia também o disse é algo que os obstetras no geral dizem.
mas estamos a discutir o sexo dos anjos, compreendo que o não façam~, mas sem julgamentos...
vá lá que eu sou do contra e tenho uma opinião diferente de todos os outros hehe.
Aborto: A favor (até às 10 semanas, como está actualmente na lei, entenda-se) e fazia-o. Pelas mais diversas razões.
1: É um ser vivo, sim; mas não o considero como um ser HUMANO. Já li sobre o desenvolvimento embrionário e tudo mais,e por vários critérios pessoais, esta é a minha opinião. Não me vou estar a estender muito sobre as minhas razões, mas este é um critério pessoal, logo inviolável.
2: a lei mo permite fazer. Isto já quer dizer muito. Tanta discussão na nossa sociedade tornou o aborto nestes termos aceitável pela maioria.
3: concordo que não faria o aborto de ânimo leve. Eu reconheço o potencial que ali está. Não deixo de estar a destruir um ser, mesmo que não o considere Humano.
4: também concordo que o aborto deverá apenas ser feito por quem queira. Nem todos têm a minha opinião, por isso podem objectar a realização do aborto por eles próprios.
Eutanásia: completamente contra! Somos médicos, não somos carrascos. Mesmo que hajam situações tramadas, desculparmos a nossa incapacidade de fazer melhor pelos doentes com o seu assassínio é-me, no mínimo, aterrador.
Eu talvez concorde com o direito a morrer (na verdade, ainda não cheguei a uma conclusão própria sobre esse assunto, mas vamos fazer de conta que eu concordo com isso), mas isso não quer dizer que seja aceitável a acção de terceiros para que isso aconteça. Não se esqueçam que a eutanásia não depende só do doente! aliás, depende mais do médico do que do doente!
Venha a ser legal (até acredito que venha), eu serei sem dúvida objector. Não consigo, não quero e acho que não devo. Simplesmente não tinha por onde pegar.
Irrita-me profundamente toda a hipocrisia que vejo nestes pobres comentários. Nenhum método contraceptivo é infalível! É verdade que falta de informação não há, em relação aos métodos contraceptivos, mas é verdade também que os azares acontecem, e não só apenas e só ao vizinho do andar de baixo. Pensem antes de dizer qualquer barbaridade. As meninas, eram capazes de não fazer uma IVG sabendo que estavam grávidas? E se o preservativo romper? Hm... neste caso também não irão usar a´pílula do dia seguinte, visto que a fecundação já poderá ter aocntecido, e por isso ESTÃO A MATAR DUAS CÉLULAS!!!! Que criminosas elas são... Acredito pouco que se um azar destes vos acontecer nos próximos 3 anos não o façam.. Portanto espero até ao dia em que se contradigam... E esse tal juramento só poderia ser de Hipócrates.. Deve ser da família dos hipócritas. Bem hajam!
31 comentários:
sinceramente não sei.. tenho a religião mt presente que me diz que não o faria... acho que conseguiria permitir agr fazer eu mesma acho q não (ainda q quem lava as mãos é tão responsavel cm quem o faz)...
Só dzr que falta ali um "mas" antes do acho e uma "vírgula" a seguir ao permitir.
lool desculpem..
eu acho k conseguia... por muitos e variados motivos.... lol... mas ñ m vou alongar em explicações...
filipa:P
é uma questao mt complicada de responder...e td o k disser agr podera n corresponder á realidade numa situaçao real, mas axo k qto ao aborto n m estou a ver a praticar um, já qto á eutanásia...custaria-m mais obrigar uma pessoa a viver enclausurada no seu proprio corpo, sem s poder mexer, nem fazer kkr outro acto consciente...s um dia isso m acontecer um dia (diabo seja cego surdo e mudo!!!) e entender que sofro mais estando vivo, ficaria certamente mtmt chateado com kem m obrigava a viver nakela prisao!!! n vejam sempre pelo vosso lado, mas tb pelo lado da pessoa k mais sofre... qto ao aborto há sp maneira d evitar, e qdo la chegar tb havera sp kem o faça k n eu...
no caso da eutanásia eu conseguia se fosse legal... acho que quase ninguem quer ir preso. até tenho um pacto com a sonia k ela desligava a maquina a mim e eu a ela se chegassemos a uma situação dessas. o aborto já acho que nao conseguia, não que seja contra, mas não gostava de assistir...
apesar de as kestoes estarem no mm post,o k está em causa n é bem o mm:
-aborto:a pessoa k morre n tem voto na matéria,portanto provavelmente n o faria
-eutanásia:a pessoa k sofre ker fazê-lo,mas é necessário assegurar k o seu estado psicologico lhe permite tomar decisões deste tipo.Assim sendo,julgo k o faria,afinal todos somos donos do nosso corpo,e os médicos devem estar ao dispor dos seus doentes,independentemente de concordar ou n com as suas escolhas
Um médico pode (e deve) fazer escolhas do que faz ou não faz, não está "inteiramente à disposição" dos doentes.
Não fazia um aborto. (daqueles sem fundamento)
Acho que não conseguia praticar eutanásia. Não que discorde. Simplesmente penso que não tinha coragem. Acho sempre que poderia haver outra solução.
tudo depende da sua situaçao
Aborto sou completamente, inteiramente contra. Só não o sou pelos termos que ANTES estavam previstos na lei: perigo de morte para a mãe e para o feto, grandes deficiências e violações.
Por isso, aborto, só nos casos que referi. Todos os outros motivos considero-os puro capricho: se não o queriam, não o faziam. E nisto, sou mesmo radical.
Já a eutanásia, é bem diferente: se a pessoa não tivesse esperança nem liberdade nenhuma na vida, tão debilitada e limitada que nem se suicidar conseguia... acho que sim, que a ajudava (de preferência de forma a não ser descoberta nem presa, Vitor =P).
ui... cá venho eu outra vez discordar de toda a gente...
no momento digo que faço e quando chegar a altura esforçar-me-ei para fazer os dois.
acerca da eutanásia é simples, o dever de um médico não é salvar vidas mas sim ajudar pessoas e nesse sentido é preciso integrar as situações e perceber até que ponto estamos a ajudar um doente ou a fazê-lo sofrer desnecessariamente.
quanto ao aborto, custa-me que chamem pessoa aquele feto. ainda não o é, com o sistema nervoso que tem desenvolvido, passa de pouco mais de um animal dos mais baixos na escala de desenvolvimento. ao fazer um aborto não considero por isso estar a matar uma pessoa.
depois o termo matar também é uma coisa que que faz aflição. não estou a matar ninguém estou a eliminar o parasita do corpo de uma pessoa que tem direito supremo sobre o seu corpo a meu entender (e volto a dizer que na altura em que é permitido o aborto o parasita para mim não passa de isso não é uma pessoa, um ser ainda. poderá vir a ser mas pode-se vir a ser muita coisa que muitas vezes não se é).
depois não acho positivo que se castiguem filhos pela irresponsabilidade das mães.
mais digo que neste sentido me custa compreender que se pesem vidas. se admitem que o feto por nascer é uma pessoa então até que ponto é legitimo matar uma pessoa só porque a mãe foi violada?
e acho que vou ficar por aqui ;)
de qualquer forma se precisarem já sabem eu vou lá e desligo a máquina e mesmo que seja proíbido cá arranjo um avião é vamos à holanda ;)
Yey, entao bora fazer abortos!! é só um parasita!... não tou a ver qual o problema... é como matar um pulga a um cão...
E o dever do médico sim é salvar vidas.
"Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva." Hipócrates
o problema é que é um potencial ser e ninguém o faz de ânimo leve, deixa uma marca dolorosa demais para se fazer de ânimo leve e por isso não farei nenhum de ânimo leve, sem uma boa conversa com a paciente, sem um apresentar de opções sem um apresentar de acompanhamento mas para além disso não me cabe fazer mais qualquer juízo de valor cabe-me ajudar aquela mulher.
sendo que não defendo o aborto isolado de políticas de educação diga-se.
aliás eu não defendo o aborto! acho que ninguém o deveria/teria de fazer. mas valorizo demasiado a vida humana e o acto de ter um filho para fazer condenações de qualquer tipo.
quanto ao juramento de hipócrates acho que já estava na hora de actualizarem o documento...
"Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém." »» fazer o bem não é necessariamente obrigar a viver.
"A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal" »» não é de ânimo leve que praticarei a eutanásia.
"nem um conselho que induza a perda." não aconselharei ninguém a cometer eutanásia.
"Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva." »» nesta parte não subscrevo simplesmente, tampouco já deverá fazer parte do meu juramento dadas as alterações da lei.
primeiro não estás a matar ninguém, agora já é um potencial ser e já não é de consciência leve...
primeiro dizes q se precisarem vais lá e desligas a máquina, agora já não fazes nenhuma delas de ânimo leve...
começamos a ver os traços de bipolaridade (:p tou a brincar ;))
BIPOLAR!!! mas é q sem sombra de duvida
Era capaz sim senhora.
Uma pessoa muito querida que estivesse de consciência completamente tranquila e me pedisse isso. Se tivesse a sofrer, e com isto falo a nível do corpo (como por exemplo, sofrer de uma doença degenerativa e não quisesse causar dor aos demais mais tarde).
Sim a isso :)
Mas claro que uma pessoa fala sem passar por elas. Mas é o que me imagino fazer se algum dia suceder.
é óbvio que as regras ja estao ultrapassadas, nao deixando de ter sempre a sua razao...mas certamente que no tempo desse senhor nao haviam pessoas deitadas numa cama de hospital sem poderem executar qualquer vontade, e estando apenas vivos devido ás maquinas, prolongando portanto o seu sofrimento, e nesse aspecto como quem manda em mim e no meu corpo sou eu, nao queria que ninguem me obrigasse a viver naquele estado de "vegetal"! preferia morrer! ninguem tem o direito de m manter vivo se essa nao é a minha vontade! liberdade ja!!!lolool (óbvio que nao estou a falar dos casos de insanidade mental, ou loucuras do momento, porque isso passa...ou é passivel k passe!)
é um potencial ser ainda não é uma pessoa por isso não estou a matar nenhuma pessoa é esse o facto em que penso e em que me farei pensar quando o fizer. mas isso não significa que o faça de ânimo leve, exactamente porque a questão envolve mais do que o simples físico é preciso atender também à esfera psico-social.
depois vou lá e desligo a máquina de qualquer amigo meu que tenha demonstrado interesse sim, continuo a dizer que o faço mas não é sem pesar... não disse que não me ía custar? não disse que não me ía debater com problemas pessoais mas acho que não é altura para deixar vencer o meu egoísmo. os amigos são para as ocasiões e essa é uma delas.
é uma forma bipolar de analisar a questão sim, uma delas atenta apenas à esfera factual e é nessa que me farei pensar para conseguir fazer qualquer um dos actos que no sentido de aliviar o sofrimento a favor do bem do meu/minha paciente devo fazer; por outro lado temos a esfera psico-social que na qual temos de integrar o paciente e a nós mesmos e que implica que não faça nenhum dos casos de ânimo leve.
Não fazer de ânimo leve não implica não o fazer.
se formos analisar tudo o q e "possivel ser" e q voces consideram pessoas so pq está num utero, entao tb sao contra a inseminaçao artificial uma vez q se "gastam" mts ovos=» possiveis seres ou pessoas cm dizem.
Ve-se q n foram as aulas de ISC, o prof bem alertou para termos cuidado e n começarmos a julgar os doentes e a condená-los. não somos Deus, e somos todos cheios de pecados para sequer segurar na pedra, qt mais atira-la. sem falar q e mt perigoso e podemos tornarmo-nos elitistas (como antunes q so opera quem quer e quem ele acha q "merece").
eu tb acho q o nosso dever não é salvar vidas mas para minimizar a dor, este é o nosso maior ponto; se ao faze-lo salvarmos mt melhor.
qt a hipocrates está na hora de actualizar o juramento..
No domínio da ética, da cultura, do "eu" de cada um. É nesses três domínios que a resposta se apoia, e, se em cada um deles há problemas sem resposta, e se a resposta tem de conjugar os três, logo se percebe que este é um assunto bastante difícil.
Ética: onde é que começa e acaba a vida?
Cultura: o que é que a sociedade em que estamos inseridos nos impôs? o que é que permite? o que é que condena? o que é que proíbe? (aqui incluem-se todos os factores do meio que influenciaram, influenciam e irão influenciar a nossa personalidade.. tendo em conta a cultura, a religião, a educação familiar e escolar, etc...)
Eu: o que é que eu retenho de todos os valores, de todas as análises, de todas as perspectivas? o que é que integrei em mim de tudo o que me construiu como pessoa e ser individual? o que é que a minha consciência me diz ser errado ou correcto?
Em última análise, a resposta passa por resolver esta questão: quais são as minhas escolhas e convicções a respeito do assunto?
Ainda estou a tentar encontrar respostas a estas questões todas, por isso não tenho uma formulação concreta para nenhum dos dois pontos aqui abordados. E por isso sugeri o tema aqui ao Patovsky.
Vejo que também vocês têm ainda muitas arestas para limar... Acho que ainda temos todos muito que nos interrogar acerca disto...
;o) ***
a je já pensou bem no caso não tenho dúvidas racionais a única coisa a saber é na altura e feito o primeiro (de qualquer dos casos) consigo viver comigo para fazer com o segundo, espero que sim :D
Ovos utilizados na inseminação artificial são apenas e só uma célula...
Embriões com as 10 semanas concluídas (que é até quando, por lei, se pode fazer o aborto) medem 26-30mm e pesam cerca de 2 gramas. Já se começam a movimentar dentro do útero, embora a mãe não perceba.
Todas as estruturas externas e internas essenciais estão presentes:
- os olhos estão bem desenvolvidos
- as orelhas já estão implantadas em posição baixa na cabeça
- a língua termina sua formação
- o fígado causa uma proeminência ventral no abdomén
- o sistema vascular periférico está formado
- em embriões femininos, o clitóris começa a formar-se. O pénis desenvolver-se-á a partir dos mesmos tecidos, apesar de ainda ser difícil de reconhecer os genitais externos
- a maioria das articulações já se formou - cotovelos, ancas, joelhos, ombros, tornozelos, bem como as pequenas articulações dos pés, mãos e dedos
- os membros superior e inferior estão bem desenvolvidos
- os dedos das mãos tornam-se mais longos e os dos pés separam-se e tornam-se distintos
- uma fina membrana de células achatadas, a precursora da pele, substitui a ectoderme do embrião.
Resumindo, OS PRINCIPAIS SISTEMAS ESTÃO INTEGRADOS E FORMADOS!!
(link com imagem do SER HUMANO:
com 8 semanas apenas - http://2.bp.blogspot.com/_zaUriuGy1tE/Rc6QUkFjUOI/AAAAAAAAAEo/1J-UtLUFPnI/s400/n10weeks.jpg
com 10 semanas - http://www.cadc.pt/res/Aborto/10_08semanas.jpg )
Como são capazes de chamar a este ser PARASITA????????
PS: Porquê desculpar o acto de violação? Porque é o único em que a mãe não teve controlo sobre a criação desta criança. Todas as outras situações foram por puro desleixo, descuido dos futuros pais. E quem erra, tem mais é que acartar com as consequências!!
entao mas defendes a vida ou nao??? q culpa tem o ser so por ser fruto da violaçao (segundo o teu ponto de vista?)... n estas a ser mt congruente!! e ja disse quem somos nos para apontar o dedo..."puro desleixo", penso n ser bem assim... mas pronto.
pois... sou capaz de chamar parasita a esse ser porque parasita é:Parasitas são organismos que vivem em associação com outros aos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro, um processo conhecido por parasitismo.
e também porque tudo quanto é professor o diz.
depois... realmente é como a Ana diz, parece-me que a tua principal objecção ao aborto não é então o estarmos a terminar com uma vida mas sim o facto de não concordares com as acções da mãe a que seria tua paciente e não é dever do médico fazer juízos de valor dos seus pacientes, pelo contrário, é nosso dever não o fazer.
além do que volto a dizer usar um filho como castigo não me parece a coisa ideal.
ps: sónia falando aí em cima
1º - Não é questão de defender a vida! (Se eu fosse defender a vida, não seria a favor da eutanásia...) É questão de esse Ser não ter culpa de ter sido criado sob um descuido! É questão de estarmos a matar um Ser Vivo HUMANO por erros de alguém!! E não concordo de todo com isso! Se erramos, temos mais é que enfrentar, assumir e viver com os nossos erros, não é apagá-los, eliminá-los...! Muito menos quando esse "erro" é um Ser...
2º - Sim, desleixo. Ou digam-me uma forma de engravidar, sem o querer, que não seja por desleixo... (exceptuando a violação)
3º - No parasitismo, como escreveste e bem, há prejuízo do organismo hospedeiro... E quando a hospedeira está a ser prejudicada (gravidezes que tenham grandes riscos para a mãe), aí concordo, como já disse, com o aborto. Mas em casos normais, a mãe não está a ser prejudicada. E se me vêm falar de "liberdade da mulher", então ela que use essa liberdade ao usar contraceptivos para não engravidar... Não é para matar. (E até hoje só ouvi o Bernardes a chamar parasita ao embrião, mas esse também gozava com tudo, por isso nele não me fio...)
4º - Eu, muito acima de ser médica (ou vir a ser!) sou PESSOA, e com valores que preservo! E os meus valores não me permitem castigar um ser pelos erros dos outros. Para haver "castigo", que seja a quem cometeu o erro.
foi erro do violador violar a mulher! a criança gerada não tem culpa das circunstâncias da sua geração já é um ser vivo que ali está.
és pessoa acima de tudo, mas no teu ambiente profissional tens de manter uma atitude profissional, vais ter muitos doentes que não seguem a terapêutica por exemplo... o que fazer a seguir? a culpa é deles vivam com o erro não me venham chatear mais? são juízos que não podemos fazer.
depois a mãe sai sempre prejudicada sim, é um estado fisiológico bastante exigente para a mãe, e a prof de fisiologia também o disse e a minha prof de biologia também o disse é algo que os obstetras no geral dizem.
mas estamos a discutir o sexo dos anjos, compreendo que o não façam~, mas sem julgamentos...
foi erro do violador violar a mulher! a criança gerada não tem culpa das circunstâncias da sua geração já é um ser vivo que ali está.
és pessoa acima de tudo, mas no teu ambiente profissional tens de manter uma atitude profissional, vais ter muitos doentes que não seguem a terapêutica por exemplo... o que fazer a seguir? a culpa é deles vivam com o erro não me venham chatear mais? são juízos que não podemos fazer.
depois a mãe sai sempre prejudicada sim, é um estado fisiológico bastante exigente para a mãe, e a prof de fisiologia também o disse e a minha prof de biologia também o disse é algo que os obstetras no geral dizem.
mas estamos a discutir o sexo dos anjos, compreendo que o não façam~, mas sem julgamentos...
Claro que foi erro do violador, mas se achas que a criança deva nascer e ficar com o pai (que foi quem cometeu o erro)...
Exigente é diferente de prejudicial. É um estado fisiológico exigente mas não é prejudicial... Não faz mal a ninguém, não prejudica a mãe...
Não tenho que fazer juízos de valor relativamente aos doentes, mas também não tenho que aceitar fazer o aborto! Por isso, não o farei.
E eu quero ser obstetra e te garanto que nunca chamarei parasita àquele Ser...
humm, boa discussão
vá lá que eu sou do contra e tenho uma opinião diferente de todos os outros hehe.
Aborto: A favor (até às 10 semanas, como está actualmente na lei, entenda-se) e fazia-o. Pelas mais diversas razões.
1: É um ser vivo, sim; mas não o considero como um ser HUMANO. Já li sobre o desenvolvimento embrionário e tudo mais,e por vários critérios pessoais, esta é a minha opinião. Não me vou estar a estender muito sobre as minhas razões, mas este é um critério pessoal, logo inviolável.
2: a lei mo permite fazer. Isto já quer dizer muito. Tanta discussão na nossa sociedade tornou o aborto nestes termos aceitável pela maioria.
3: concordo que não faria o aborto de ânimo leve. Eu reconheço o potencial que ali está. Não deixo de estar a destruir um ser, mesmo que não o considere Humano.
4: também concordo que o aborto deverá apenas ser feito por quem queira. Nem todos têm a minha opinião, por isso podem objectar a realização do aborto por eles próprios.
Eutanásia: completamente contra! Somos médicos, não somos carrascos. Mesmo que hajam situações tramadas, desculparmos a nossa incapacidade de fazer melhor pelos doentes com o seu assassínio é-me, no mínimo, aterrador.
Eu talvez concorde com o direito a morrer (na verdade, ainda não cheguei a uma conclusão própria sobre esse assunto, mas vamos fazer de conta que eu concordo com isso), mas isso não quer dizer que seja aceitável a acção de terceiros para que isso aconteça. Não se esqueçam que a eutanásia não depende só do doente! aliás, depende mais do médico do que do doente!
Venha a ser legal (até acredito que venha), eu serei sem dúvida objector. Não consigo, não quero e acho que não devo. Simplesmente não tinha por onde pegar.
Irrita-me profundamente toda a hipocrisia que vejo nestes pobres comentários. Nenhum método contraceptivo é infalível! É verdade que falta de informação não há, em relação aos métodos contraceptivos, mas é verdade também que os azares acontecem, e não só apenas e só ao vizinho do andar de baixo. Pensem antes de dizer qualquer barbaridade. As meninas, eram capazes de não fazer uma IVG sabendo que estavam grávidas? E se o preservativo romper? Hm... neste caso também não irão usar a´pílula do dia seguinte, visto que a fecundação já poderá ter aocntecido, e por isso ESTÃO A MATAR DUAS CÉLULAS!!!! Que criminosas elas são... Acredito pouco que se um azar destes vos acontecer nos próximos 3 anos não o façam.. Portanto espero até ao dia em que se contradigam... E esse tal juramento só poderia ser de Hipócrates.. Deve ser da família dos hipócritas. Bem hajam!
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